Capitalismo Cultural

café | s. m.
1. Semente do cafezeiro.
2. Arbusto rubiáceo que produz o café.
3. Bebida preparada com essa semente, depois de torrada e moída.
4. Local onde se pode tomar esssa bebida e, normalmente, refeições ligeiras.
5. Gratificação, gorjeta.
7. Bevanda di aspetto simile a quello del caffè ma preparata con altre sostanze: c. d’orzo
8. medium to dark brown.
9. Disgusto o berrinche
10. Reprimenda áspera
11. C’est exagéré, excessif, insupportable

Lá estivemos hoje no tal Café de província da avenida da República: O Abelaira, o Carlos, o João José e eu.
O dono é quem faz o cafezinho e serve à mesa.
Rabugento, aborrecido com todos aqueles herdeiros inesperados d’A Cubana em frente, que lhe vinham interromper o ripanço – pregou logo uma descompostura no João José, para ficarmos mais à larga, quis juntar duas mesas.
– As mesas não são para tirar dos sítios… – decretou. – Estão colocadas da melhor maneira, para não abanarem e entornarem os líquidos.
Como quem diz: se não lhe convém ponha-se a cavar.
Encolhemo-nos humildemente. Os cafés são tão poucos (é uma espécie em vias de extinção) que bem merecem as pequeninas humilhações – que só os fátuos repelem ferozes para parecerem importantes. *José Gomes Ferreira in Dias Comuns V

Vou-vos contar como é a História do café
Computador, chocolate, açúcar e ténis nike

Não tenho muita fé nesta canção do café
Morteiros no meu quintal!!! Morteiros no meu quintal!!!

No amanhecer da cidade o ritmo dita os costumes
-Cultura de tortura!!

No enchente do estádio o ambiente está fantástico
– Do nosso lado a História!!

Mas onde estava a história quando bebia o café?
Ou desfolhava as bombas do Correio da Manhã?
É uma viagem de esquecimento entre hemisférios
Ao desapego, à anestesia, ao sabor, ao prazer, feitiço do….
Café

Nós já nascemos sobre pressão neste restício de planeta
O açúcar é a doçura da escravatura porque razão já não me lembrava

 

“One of the ironies about coffee is it makes people think. It sort of creates egalitarian places — coffeehouses where people can come together — and so the French Revolution and the American Revolution were planned in coffeehouses. On the other hand, that same coffee that was fueling the French Revolution was also being produced by African slaves who had been taken to Santo Domingo, which we now know as Haiti.”

 

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