Centro de Cultura Anarquista Gonçalves Correia

É no Monte da Minhota no Carregueiro (Aljustrel)… (estação Comboios Castro Verde Almodôvar; segundo monte no sentido carregueiro para aljustrel à direita)

Sexta 18 
18.00 Conversa: Punk? Onde anda o anarko-punk…
21.00 Janta
22.00 Concertos I.A.C. (évora/montemor) DISASTRO SAPIENS (arredores lisboa) FOCOLITOS (lisboa) ALBERT FISH (lisboa)
Sábado 19
11.00 Feira da Troca e Workshop Construção de fornos solares
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Espaços Contra a Autoridade: de okupas e espaços libertados à ideia de espaço público
18.00 Projecção/Conversa: Filme “Brad Will: Uma noite mais nas barricadas”. Rebelião popular em Oaxaca, México. Com a presença do seu autor
21.00 Janta
22.00 Concertos ESKUMALHA (figueira cavaleiros) MOTU (lisboa/barreiro) DOKUNGA (Porto) SEM TALENTO (santo andré) CAMARA DE GAS (madrid)
Domingo 20
11.00 Workshop: Recolha de Sementes
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Alentejo, Salvem-me Porra!!! A destruição da paisagem no Alentejo pós Alqueva…
18.00 Conversa: Para uma Ética Alimentar: que sustentabilidade para o vegetarianismo (o caso específico da soja) e o consumo da carne através da caça?
21.00 Janta
22.00 Concertos COLUNA DE FERRO (lisboa) INSULTO (kylacankra) 2 SEMI COLCHEIAS INVERTIDAS (lisboa) MÁRIO O TROVADOR (cascais)

Gonçalves Correia
Memória Anarquista do Baixo Alentejo

António Gonçalves Correia (1886 – 1967) responde por si só às razões de ser deste novo projecto libertário no Alentejo. Tomar-lhe o nome para um Centro de Cultura Anarquista dinamizado a partir de Aljustrel, reclama a sua herança e recorda a urgência dos apelos de que fazia eco desde há um século para cá, enquanto percorria como caixeiro viajante as vilas do Baixo Alentejo. Não o chegamos a conhecer. Mas a sua força surpreendeu-nos enquanto a memória anarquista mais viva (e calorosa) que viemos a encontrar à nossa volta em diversas gerações que lhe tomaram o pulso. Julgo que hoje recordam, para lá da sua proeminente figura viva de revolucionário, essa força, essa dignidade humanista e anti autoritária, que lhe emanava na difusão do ideal anarquista. Quando uma nova geração, neste novo século, trava de novo encontro com Gonçalves Correia numa nova aventura anarquista, sabemos em diante de que o seu nome não figurará apenas nas estantes académicas a ganhar pó.
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